Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

The Trip_ Daily Board



Day Before:  


Today, when I turned on the TV, I watch the news and they are talking about some cancel flights to London caused by the snow. I have a flight to London tomorrow so, it’s supposed that I must hurry to check about what´s is going on about my flight.


If I´m already scary about flying, imagine flying with sown. Oh no, I don´t want even think about it. My heart starts beating so fast that I can´t stand myself!

What a hell? Why am I doing this? Why am I going to London? Why I don´t choose one of those warmly paradise destinations? I had some many places to visit, why are snowing in London? Why just now?

I will just sit here making cross fingers, hoping that tomorrow; the bad weather have already gone.

Posso dizer que, tenho medo. Tenho muito medo e se calhar até é normal que tenha medo, se bem que , a bem da verdade, dizer que; tenho medo não é nem de perto nem de longe, a expressão capaz de ilustrar o cagaço colossal que me apavora cada vez que penso que amanhã vou sentar o meu rico rabiosque numa geringonça com asas dessas pequenitates que abanam por todos os lados com bom tempo, com um tempo destes como é que vai ser? Ui, só de pensar nisso, já se me deu um nó no estômago.


Neve, neve, neve, caraças lá mais a merdice da neve! Um planeta tão grande com tantos sítios para cair neve e tinha logo que começar nevar para onde eu vou, alguma bruxa me viu hoje, deve ser isso!

Ai, eu já não quero ir! É isso, não vou, acabou e pronto, está feita a festa!

Neve em Fevereiro, é preciso ter muito azar. E se amanhã, com o gelo, o combustível do avião congela e caí abaixo? E se amanhã, começa a nevar muito, muito, muito, muito, e com o peso da neve o avião caí abaixo?

E se amanhã com a turbulência climatérica e o bater descompassado deste meu coração assustadiço, o avião caí abaixo?

Quais as probabilidades de um avião cair abaixo?

Pelo sim, pelo não; o melhor é eu benzer-me.

Como é que era? Da esquerda para a direita? De cima para baixo? Oh diabo, na hora do aperto, vai de qualquer maneira, vejamos:

Pelo sinal da santa cruz, livre-nos deus, nosso senhor dos nossos inimigos (e da neve), em nome do pai, tal tal e tal, por favor senhor deus, se o avião cair abaixo, vais ter de te haver comigo!


Isabel Vilano

Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

Tesourinhos Amestrados - O blogue no RVCC só deu Azia

Núcleo Gerador : Gestão e Economia(GE)
Tema: Uso e Gestão do Tempo

Ora vejamos o que é que me calha na rifa:


- Pim, pam, pum, cada bala mata um…


Et voilá, o meu ego acaba de ser sorteado com mais este maravilhoso núcleo gerador e lança mãos à obra, indicando o tempo presente com a utilização do pretérito perfeito do verbo lançar.


Amanhã, vinte e quatro horas depois desta observação feita, direi simplesmente que o meu ego lançou mãos à obra na terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do verbo lançar, com o intuito de compreender as marcas linguísticas que denotam a passagem do tempo. Sendo o tempo livre coisa escassa, contas feita à fruição cultural, sem a qual a subnutrição do intelecto seria evidente no simples articular desta frase, o meu ego lamechas, lamenta profundamente, a falta de horário disponível, já para não referir a carência actual dos recursos financeiros que permitem a presença mais assídua nas salas de espectáculo, museus, galerias de arte e por aí adiante. A vantagem inconveniente da míngua domingueira, esse dia bendito que se finda no ápice de um fósforo aceso, consiste em amealhar mais uns cobres, não descortino outra mais-valia nesta vivencia da labuta, permitam-me o reparo, não seria mais fácil perguntar:

1. Quanto tempo gasta a cultivar-se a si próprio?

Nenhum.

Algum.

Diariamente pois vejo as novelas todas.

Cultivo cebolas, batatas e hortaliças várias.

A culpa disto tudo é do governo. X

2 - Considera a cultura importante para se instruir, manter-se informado, divertir e até sonhar e, quem sabe, com isso não entrar em colapso?

O que é um colapso?

Não, pois tomo anti depressivos.

Não sei nem quero saber, tenho raiva de quem sabe e agora deixe-me em paz que mais que fazer.

A culpa disto tudo é do governo.X

3 – Tem conhecimento que umas das razões que levam à evolução da língua são os desenvolvimentos tecnológicos, trazendo para o dicionário palavras como computador, informática, detectar, ficheiro, telemóvel, e-mail, imprimir, ecrã, leitor de Cd, televisão, entre muitos outros?

Não fazia ideia nenhuma, mas que a máquina de lavar deu jeito isso deu.

Sim, além dos descobrimentos que trouxeram para a nossa língua a canela, o açafrão, condimento, caravela, macaco e até um elefante albino.

Irei consultar o indicie do manual para assim encurtar a consulta aos manuais de informação com vista ao preenchimento deste impresso.

A culpa disto tudo é do governo.X

Sem mais demoras, pois o tempo escasseia-me entre os dedos, já que o arroz está quase pronto e daqui a nada dá o telejornal, que imite no horário nobre, aquele prime time em que toda a gente está a jantar, propositadamente para causar severas indigestões ao cidadão pacifico, resta referir a importância da rádio e da sua divulgação noticiosa feita com maior rapidez de que qualquer outro meio, permitindo o acesso à informação até aos indivíduos iletrados ou invisuais. A rádio foi o primeiro dos meios dos mass média, a divulgar os factos no exacto momento em que estes ocorrem, ao contrário dos jornais que nos dão conta das notícias do dia transacto.

Uma das grandes vantagens da rádio sob o jornalismo impresso é que, além de informar, diverte, isto se não levarmos em consideração os conteúdos nos anúncios da secção relax.

Nos jornais, além de ser mais demorado o processamento da informação visto que ler com atenção, significa actualmente, uma grande seca, existe a vantagem de saltar páginas, seleccionando os conteúdos, indo logo para a secção da necrologia a ver se os maus já morreram todos, de forma a criarmos a ideia ilusória de um mundo repleto de sufixos: muito justinho, limpinho, lindinho porém, cheiinho de cabecinhas ocas.

A culpa disto tudo é do governo, que quer à força bruta dar o 12ºano de escolaridade a qualquer energúmeno, adjectivo com o qual mais me identifico, só para tentar ludibriar as estatísticas. Nos anos vindouros, Portugal estará repleto de gente muitíssimo instruída mas que não sabe imprimir um ficheiro e desconhece o significado da palavra vocábulo.

Portofólio de Isabel Vilano

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Fisgas 25 Five (Ufa, até que enfim!) Part XLIV


Vinte e cinco minutos depois das seis da tarde, e os três jovens aventureiros, ilustres desaparecidos, encontravam-se, bem longe dos olhares indiscretos, felizes da vida e na maior descontracção, refugiados num local insuspeito onde, de certezinha absoluta,  ninguém iria ser perspicaz o bastante para se lembrar de os ir procurar, muito menos à noite.
Fisgas 25, inquieto perante as horas aziagas que se adivinhavam vindouras, com o pensamento todo encavalitado na incoerência do vazio absoluto:

- Dizei lá se isto foi ou não foi, uma ideia de mestre?

Quimbé, faz orelhas moucas à pergunta e permanece a caminhar de um lado para o outro, para trás e para a frente, em busca de algum bicho-carpinteiro, exibindo um semblante dimorfo tipo; múmia paralítica.
Lambretas, inebriado perante a fugaz possibilidade daquele cubículo poder estar sob o domínio de poderosíssimas forças do oculto, quiçá até ser assombrado por fantasmas ou almas penadas vindas do outro mundo:

- Mestre, aqui cheira a velhotas que tolhe!

Fisgas 25, algo vacilante quanto à melhor atitude a adoptar a seguir:

- Estive a pensar e vamos fazer assim; daqui a pouco, tiramos à sorte, e um de vocês vai telefonar para casa a pedir o resgate.

Quimbé, observa surpreendido com a rapidez com que Fisgas 25 lhe dera a volta ao raciocínio:

- Este gajo pica-se!
Lambretas, acometido por um súbito ataque de  incredibilidade, sem querer acreditar naquilo que acabara de ouvir:

- Ouve lá meu, como é que é isso do tira-se à sorte e um de nós liga? Liga tu, vai-te lixar! Oh, foda-se!

Isabel Vilano





Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

I Love Purina One!

Cat : Drago Manuel Nicolau Cardoso
Voice: Isabel Vilano

Who want an Ice Cub?



I´m sorry


I will keep saying it over and over again. I´m so sorry but I can´t talk about myself even in a different language, not now, not today, much less tomorrow.

Why? Just because I don´t wanna write something like this:

I´m sorry, but my name is mine, I´m living in the third rock after the sun; I have head, trunk and limbs, two down and other two on top, below my neck. The most extraordinary thing about my person is the ability that my stomach has to digest toads. I like all the colors on my hair, and all the sounds a music that I listened more than once. My favorite books are those that I read again. My motto in live is to live as best as possible and envisioned and yes, I have a fridge, a skinny white fridge with an alarm that sounds when the door is left opened for a while. My fridge is a cool dude, the big master of making ice cubes. He keeps my vegetables free from worms…

Now I feel like a worm, because I start the Microsoft Word program, installed in my pc and , with a right click I changed the Portuguese language to English. I´m sorry, I confess, I´m confuse, I don´t remember many words, many grammar, I forgot almost everything that the doctor said about my refusal on treatment. He spoke about the examination as revealed that I´m just making fun. Maybe he suffers from a loose screw disease like me.

Sorry. I don´t know any valid reason for the nonsense that I wrote in epigraph. Maybe today is one of those bored Mondays nights, when I keep pushing myself to the limit trying to lay down my tears in something better. Sorry; is easier to say than done.

Isabel Vilano




Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

Um dia...Passo-me!

Lista mais ou menos elaborada de forma aleatória arquivada na desordem alfabética das coisas que desconheces completamente a meu respeito;




Sabias QUE:


Este é o meu mapa astral.

Uma das minhas qualidades é dizer que não tenho qualidade nenhuma.


Visto preto porque as tintas  são para o cabelo.


Sou sempre a primeira a rir e a primeira a chorar.


Quando tenho fome fico pior que o abominável homem das neves.

Não dou donativos ; dou incentivos.

Decorei um poema, bué de comprido, com imensas cenas tipo complicadas, estás a ver,  só para me armar em intelectual.

Tenho apenas três amigos verdadeiros; eu, a minha sombra e o meu ego mesquinho.

A coisa que mais gosto de fazer é ir ao teatro.

Os meus dedos dos pés tão feios que tenho bastante receio de apanhar uma multa.

Durante algum tempo dormi no chão, enrolada num endredão preto às bolinhas e, só por isso, era feliz.
No alto do meu metro e cinquenta tenho três infernos a arder em mim.

Consigo dizer “Marmelada” as vezes que eu quiser sem alucinar.

Quanto mais vezes leio um livro mais gosto dele.

Sempre que minto nota-se muito.


O que mais me custa é pedir algo a alguém.

Tenho medo de tomar banho sozinha depois de ver um filme de terror.


Aquilo que mais gosto em mim são minhas mãos e tudo o posso fazer com elas.


Quando for grande vou ser a Rainha de Inglaterra.


Por mim punha-se já uma bomba no Parlamento e ia tudo pelo ar.


Vi um homem todo nu a passear em Barcelona e arrependo-me bastante de só o ter fotografado de costas.


Já tive um 5 no totoloto e 6 pólipos no duodeno.


Nas minhas gavetas existe sempre uma revolução prestes a rebentar pelas costuras.


Para mim todos os perfumes são bons desde que não cheirem mal.


Não creio em um só Deus todo-poderoso, criador do céu e da terra. Acredito no tom de azul que com o mar se confunde e será para lá que irei um dia.




Se um dia o Dim do Supernatural vier cá a casa e começar com aquela conversa de que, Ah pois é,  mais num sei quê, não sei que mais; ah e tal para te tirar o Diabo do corpo vou ter que arrancar-te os pêlos púbicos à pinça; eu deixo.




Adoro bolinhos de bacalhau, sardinhas assadas com broa e sopinha quente.

A minha cabeça é um poço sem fundo.


Sempre que oiço as palavras; Asae, Finanças e Policia; apetece-me começar logo a fugir.


Quanto mais me coço mais comichões tenho.  


Tenho um certo prazer em  torturar o meu gato com o meu super, hiper, big, mega ataque de beijos peçonhentos.




Quando digo; "Gosto Disto" é porque estou no Facebook.  

O meu fetiche é estar nua até às orelhas,  metida numa menagé a trois com dois gays em ceroulas de carcela , presos um ao outro com uma meia calça de lycra preta.


Este ano vou a desfilar no Carnaval de Estarreja.

Tenho que juntar dinheiro para ir a Memphis.


Cortei a falange do dedo indicador esquerdo com uma tesoura e não senti nada.


Um dia perdi a minha carteira dentro da minha mala.


Os trolhas e os camionistas são para mim como um elixir da auto estima.



Existe um livro com um poema que escrevi para ti, e que está disponível nas escolas e em todas as bibliotecas do Pais.

 O dia mais triste da minha vida foi quando encontrei o meu pai pendurado pelo pescoço no caminho que dá para o poço do Prior.








Ainda sou menina para desatar a  fazer o pino em três apoios sem ir parar às urgências.




Já meti um supositório no meu próprio esfíncter e até nem foi mau.


Continuo à espera de ser raptada por um extra terrestre saudável, bem constituído, com um par de olhinhos azuis, magro mas jeitoso, de preferência loiro mas com alguma barba à vista, bastante alto, corpo depilado e atlético, com mãos sedosas e queda para as lides domésticas, possuidor de duas antenas, substancialmente desenvolvidas, a funcionar em condições.






Esta sou eu a Isabel Vilano "amestradora" deste  blogue antes de ter mudado a cor de cabelo pela 12234256ªvez.

São agora exactamente 00.45h e torna-se crucial, nesta altura, o chamado xixi/cama.

Às vezes, ainda sonho contigo.



Isabel Vilano



Domingo, 1 de Janeiro de 2012

Tesourinhos Amestrados



...No início fora apenas mais uma caixinha adornada pela fita azul presa em forma de laço sob a minha árvore fictícia da natividade, fruto de duas dádivas mútuas num presente com beijinhos, uma troca de desejos bons para a prosperidade futura, juntos num abraço do tamanho de quem não teme o vagar da deslembrança.
Uma caixa dentro do normal procedimento que o factor surpresa impõe à celebração do momento feliz. Depois veio a curiosa simplicidade perguntar o que seria, do que se trata o misterioso objecto, o que retrata objectivamente, questionando toda a gente acerca do mesmo assunto.


Uns diziam que sei lá. Outros sabiam lá o que diziam. Alguns omitiram o seu parecer, uns poucos, que se estava mesmo a ver;

-O que é? Abre lá isso "pôrra!"


 Isabel Vilano